“Until We Are All Free”: The Feelingthinking Militancy of Brazilian Agroecological Feminists against Agrocapitalist Violences
[Liinc em Revista; Vol. 18 No. 1 (2022): Challenges of Social Sciences in the Anthropocene; e5969]
Tradução | Translation
"Até que todas sejamos livres": o ativismo ´sentipensado´ das feministas agroecológicas brasileiras contra as violências agrocapitalistas

“Until We Are All Free”: The Feelingthinking Militancy of Brazilian Agroecological Feminists against Agrocapitalist Violences

Resumo: A autora analisa as mobilizações agroecológicas feministas no Brasil a partir das conceitualizações do "sentipensar" e do corazonar. O vínculo com a Terra e a fusão entre emoções e análise política são analisadas através do estudo de materiais ativistas (mística, canções, poemas, slogans) e entrevistas com ativistas rurais. A compreensão deste sentipensamento lança luz sobre as diferentes dimensões da violência. É proposta uma análise da violência de gênero, entendida como uma estratégia do agrocapital. Violência conjugal e "feminicídios agrocapitalistas" fazem parte do que a autora chama de "necropolítica agrocapitalista". As estratégias coletivas de superação usadas pelas ativistas favorecem uma afirmação de força e uma continuidade da luta e da vida

Palavras-chave: Feminismo. Natureza. Violência. Necropolítica Agrocapitalista.



Abstract: The author proposes a reading of agroecological feminist mobilizations in Brazil from the conceptualizations of the « feelingthinking » and the corazonar. The link to the Earth and the fusion between emotions and political analysis are analysed by studying militant supports (mística, songs, poems, slogans) and interviews with rural activists. Understanding this feelingthinking light on the different aspects of violence. An analysis of gender violence, understood as a strategy of agrocapital, is proposed. Socio-environmental domestic violence and "feminicidal agrocapitalists" are part of what the author calls an “agrocapitalist necropolitics”. The collective strategies of surpassing developed by the activists promote an affirmation of the strength and continuity of the struggle and life

Keywords: Sentipensar. Feminism. Nature. Violence. Necropolitic Agrocapitalist.



Como citar
PRéVOST, H. "até que todas sejamos livres": o ativismo ´sentipensado´ das feministas agroecológicas brasileiras contra as violências agrocapitalistas. Liinc em revista, v. 18, 2022. DOI: 10.18617/liinc.v18i1.5969 Acesso em: 03 out. 2022.

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Descriptor"Até que todas sejamos livres": o ativismo ´sentipensado´ das feministas agroecológicas brasileiras contra as violências agrocapitalistas
PRéVOST, Héloïse
Liinc em revista, v. 18, 2022. (Tradução | Translation) (pt-BR) 3
Identificadorhttp://revista.ibict.br/liinc/article/view/5969 (pt-BR) 3
IdentificadorDOI: 10.18617/liinc.v18i1.5969 (pt-BR) 3
Title"Até que todas sejamos livres": o ativismo ´sentipensado´ das feministas agroecológicas brasileiras contra as violências agrocapitalistas (pt-BR) 3
Title“Until We Are All Free”: The Feelingthinking Militancy of Brazilian Agroecological Feminists against Agrocapitalist Violences (en) 3
AuthorPRéVOST, Héloïse (pt-BR) 1
Access Linkhttp://revista.ibict.br/liinc/article/view/5969/5584 (pt-BR) 3
IssueLiinc em revista, v. 18, 2022. (pt-BR) 2
Nome da PulicaçãoLiinc em revista (pt-BR) 1
SessãoTradução | Translation (pt-BR) 1
Disponibilizado2022-04-12 (pt-BR) 1
hasAbstractA autora analisa as mobilizações agroecológicas feministas no Brasil a partir das conceitualizações do "sentipensar" e do corazonar. O vínculo com a Terra e a fusão entre emoções e análise política são analisadas através do estudo de materiais ativistas (mística, canções, poemas, slogans) e entrevistas com ativistas rurais. A compreensão deste sentipensamento lança luz sobre as diferentes dimensões da violência. É proposta uma análise da violência de gênero, entendida como uma estratégia do agrocapital. Violência conjugal e "feminicídios agrocapitalistas" fazem parte do que a autora chama de "necropolítica agrocapitalista". As estratégias coletivas de superação usadas pelas ativistas favorecem uma afirmação de força e uma continuidade da luta e da vida (pt-BR) 3
hasAbstractThe author proposes a reading of agroecological feminist mobilizations in Brazil from the conceptualizations of the « feelingthinking » and the corazonar. The link to the Earth and the fusion between emotions and political analysis are analysed by studying militant supports (mística, songs, poems, slogans) and interviews with rural activists. Understanding this feelingthinking light on the different aspects of violence. An analysis of gender violence, understood as a strategy of agrocapital, is proposed. Socio-environmental domestic violence and "feminicidal agrocapitalists" are part of what the author calls an “agrocapitalist necropolitics”. The collective strategies of surpassing developed by the activists promote an affirmation of the strength and continuity of the struggle and life (en) 3
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PRéVOST, Héloïse
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SourceLiinc em Revista; Vol. 18 No. 1 (2022): Challenges of Social Sciences in the Anthropocene; e5969 (pt-BR) 3
SourceLiinc em Revista; v. 18 n. 1 (2022): Desafios das Ciências Sociais no Antropoceno; e5969 (pt-BR) 3
SourceLiinc em Revista; Vol. 18 Núm. 1 (2022): Desafíos de las ciencias sociales en el Antropoceno; e5969 (es-ES) 3
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