Um diálogo entre a vida real e a literatura infanto-juvenil: uma experiência de leitura na perspectiva da produção de sentidos
[Informação@Profissões; v. 6, n. 1 (2017); 162-173]
Relato de Experiência
Um diálogo entre a vida real e a literatura infanto-juvenil: uma experiência de leitura na perspectiva da produção de sentidos

Resumo: Introdução: Ao longo do tempo, o termo leitura vem sendo conceituado de forma polissêmica e seu significado depende do enfoque a ser compreendido. No estudo, tem-se como foco a perspectiva conciliadora em que texto e leitor estão em constante interação. Assim, ler é interagir com o texto, produzir significados. Partindo desta acepção, é que buscamos em nosso estudo uma interlocução com a técnica da biblioterapia, compreendida como uma terapia por meio de livros. Objetivo: Ressignificar o processo de adoecimento de uma paciente oncológica infantil por meio da biblioterapia, de modo a desfocalizar a doença com a inserção do lúdico por meio da literatura infantil. Metodologia: A pesquisa tem o caráter qualitativo, sendo classificada quanto aos procedimentos como Pesquisa-Intervenção. Possuindo características descritivas e associada ao método cartográfico. Tendo como protagonista, uma criança do sexo feminino (11 anos), diagnosticada com uma neoplasia pélvica de caráter maligno, em estágio avançado. Resultados: A leitura proposta permitiu nossa interlocutora não só vivenciar sua história a seu modo, como também ressignificá-la. Conclusões: Podemos finalizar assim, colocando em foco que já não somos os mesmos, e sim outros de nós. Provocados por alterizações produzidas em cada encontro realizado.Palavras-chave: Alice no País das Maravilhas. Biblioterapia. Literatura Infanto Juvenil. Método Cartográfico. Pesquisa-Intervenção.  

Palavras-chave: Biblioteconomia. Psicologia. Educação.



Como citar
ANDRADE, L. V.; MELO, A. C. V. Um diálogo entre a vida real e a literatura infanto-juvenil: uma experiência de leitura na perspectiva da produção de sentidos. Informação@Profissões, v. 6, n. 1, p. 162-173, 2017. DOI: 10.5433/2317-4390.2017v6n1p162 Acesso em: 17 out. 2021.

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DescriptorUm diálogo entre a vida real e a literatura infanto-juvenil: uma experiência de leitura na perspectiva da produção de sentidos
ANDRADE, Lucas Veras de; MELO, Ana Caroline Viana de
Informação@Profissões, n. 1, v. 6, p. 162-173, 2017. (Relato de Experiência) (pt-BR) 3
Identificadorhttp://www.uel.br/revistas/uel/index.php/infoprof/article/view/27382 (pt-BR) 3
IdentificadorDOI: 10.5433/2317-4390.2017v6n1p162 (pt-BR) 3
TitleUm diálogo entre a vida real e a literatura infanto-juvenil: uma experiência de leitura na perspectiva da produção de sentidos (pt-BR) 3
AuthorANDRADE, Lucas Veras de (pt-BR) 1
AuthorMELO, Ana Caroline Viana de (pt-BR) 1
Access Linkhttp://www.uel.br/revistas/uel/index.php/infoprof/article/view/27382/22362 (pt-BR) 3
IssueInformação@Profissões, n. 1, v. 6, 2017. (pt-BR) 2
Nome da PulicaçãoInformação@Profissões (pt-BR) 1
SessãoRelato de Experiência (pt-BR) 1
Disponibilizado2017-12-06 (pt-BR) 1
hasAbstractIntrodução: Ao longo do tempo, o termo leitura vem sendo conceituado de forma polissêmica e seu significado depende do enfoque a ser compreendido. No estudo, tem-se como foco a perspectiva conciliadora em que texto e leitor estão em constante interação. Assim, ler é interagir com o texto, produzir significados. Partindo desta acepção, é que buscamos em nosso estudo uma interlocução com a técnica da biblioterapia, compreendida como uma terapia por meio de livros. Objetivo: Ressignificar o processo de adoecimento de uma paciente oncológica infantil por meio da biblioterapia, de modo a desfocalizar a doença com a inserção do lúdico por meio da literatura infantil. Metodologia: A pesquisa tem o caráter qualitativo, sendo classificada quanto aos procedimentos como Pesquisa-Intervenção. Possuindo características descritivas e associada ao método cartográfico. Tendo como protagonista, uma criança do sexo feminino (11 anos), diagnosticada com uma neoplasia pélvica de caráter maligno, em estágio avançado. Resultados: A leitura proposta permitiu nossa interlocutora não só vivenciar sua história a seu modo, como também ressignificá-la. Conclusões: Podemos finalizar assim, colocando em foco que já não somos os mesmos, e sim outros de nós. Provocados por alterizações produzidas em cada encontro realizado.Palavras-chave: Alice no País das Maravilhas. Biblioterapia. Literatura Infanto Juvenil. Método Cartográfico. Pesquisa-Intervenção.   (pt-BR) 3
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